Sal Marinho Grosso Marnoto, Algarve 1kg
Descrição
De facto qual a razão para usarmos um sal que foi refinado, tendo-lhe sido retirados os elementos naturais e importantes para a saúde? A "fina flor" do sal é por norma, utilizada em saladas, pratos já confecionados ou grelhados, conferindo-lhes um requintado toque final afinando o tempero, substituindo de forma nutricional, o uso do sal processado.
Este sal ainda faz um excelente tempero misturada com ervas e raspas de citrinos secas, trituradas.
O Sal Artesanal e a Flor de Sal da Ria Formosa (Tavira), são produtos DOP certificados e têm ganho prémios por anos consecutivos.
História das salinas em Portugal
A extração de sal em Portugal remonta ao tempo dos fenícios no século IX, onde o método de colheita, era muito semelhante ao atual. A extensão da costa portuguesa exposta aos ventos e ao sol foi desde sempre favorável à exploração de sal e desenvolvimento de salinas. Uma situação geográfica priviligiada em comparação com outros países europeus ou mesmo não europeus.
Ao longo do Sado, perto de Lisboa, chegaram a existir mais de 400 salinas que serviram de trocas comerciais entre Portugal e os países do norte da Europa, muito dependentes deste produto para a conservação do peixe e da carne.
. Contêm menos sódio e mais micro-minerais, como o iodo, calcio, magnesio, potassio e ferro que são retirados no processamento do sal industrial. A Flôr de sal tem maior valor nutricional e é o elemento mais puro da cadeia de produção de sal.
. A flôr de sal ou o sal marinho temperados com ervas aromaticas ou outros condimentos diminuiem a percentagem de sal na comida/organismo (recomendação diária de 4 a 6 gramas/dia - 10g sódio=4g de sal).
. Não contêm quimicos nem outros elementos prejudiciais à saude.
. É seco naturalmente não sofre qualquer processo artificial de secagem e de uniformização dos seus cristais.
. Torna a comida muito mais saborosa. Ainda assim, use-o com moderação.
Salinas:
