Pão de Ló de Ovar 500g
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Descrição
Este bolo de origem conventual, deverá ter surgido num convento nos arredores de Ovar. Sabe-se que a sua confeção é anterior ao século XVIII.
Informação
É um bolo de características únicas. Na sua parte superior tem uma finíssima côdea, de cor levemente acastanhada e húmida, muito fofa, circundada por uma orla de massa cremosa, amarelo ovo. Apresenta-se em forma de bolo, envolvida de papel de linho branco.
Feito de ovos, especialmente de gemas, açúcar e farinha. Uma verdadeira delicia.
Feito de ovos, especialmente de gemas, açúcar e farinha. Uma verdadeira delicia.
A continuação do fabrico em regime artesanal e familiar manteve-se ao longo dos tempos até 1950, em que a sua comercialização se ativou e se desenvolveu.
Hoje é uma especialidade regional muito apreciada e conhecida além-fronteiras. Quem vem de fora delicia-se com este doce único, composto por ovos, açúcar e farinha que por cá não se dispensa nas mesas de festa!
Hoje é uma especialidade regional muito apreciada e conhecida além-fronteiras. Quem vem de fora delicia-se com este doce único, composto por ovos, açúcar e farinha que por cá não se dispensa nas mesas de festa!
Produto fresco embalado em vacuo condicionado.
Condições ideais de consumo até 5 dias.
Origem
É fácil encontrar pão de ló em Portugal, alguns tornaram-se símbolos das próprias regiões, como o de Ovar, Alfeizerão, de Margaride ou de Arouca.
Sabe-se até que os primeiros portugueses que chegaram ao Japão no século XVI levaram consigo a receita do pão de ló, também chamado "Pão de Castela". Um dos doces mais típicos do Japão, o Kasutera parece ter sido uma receita deste mesmo bolo, refinada ao longo dos séculos.
Mas esta especialidade de Ovar, o Pão de Ló é que viria a dar-lhe a devida fama. A massa era batida à mão durante duas horas em alguidares de barro vermelho com uma pá de madeira, e cozido, em formas também de barro forradas com papel de linho branco, em fornos de lenha aquecidos com pinhas ou ramos secos.
Este bolo tem algumas tradições populares, no século XVIII há registos em que este famoso doce servia como oferta aos oradores sacros e figurantes que visitavam a vila de Ovar. De tanto o valor e qualidade que tinha, os fragateiros de Ovar que trabalhavam no Tejo levavam canastras de pão de ló para presentearem os proprietários das fragatas, espalhando assim a fama deste doce.
Este bolo tem algumas tradições populares, no século XVIII há registos em que este famoso doce servia como oferta aos oradores sacros e figurantes que visitavam a vila de Ovar. De tanto o valor e qualidade que tinha, os fragateiros de Ovar que trabalhavam no Tejo levavam canastras de pão de ló para presentearem os proprietários das fragatas, espalhando assim a fama deste doce.
História
Os Doces Conventuais têm em Portugal uma forte raiz cultural, económica, histórica e religiosa, remontam o tempo dos descobrimentos e o condimento principal que abundava na altura em Portugal, o açucar, o ‘ouro branco’ da Europa, oriundo das plantações de cana-de-açúcar que Portugal introduziu com êxito, no Brasil e na Madeira. A ‘cultura do açucar’ não tardou a fazer-se sentir na doçaria portuguesa, por todas as regiões e seus conventos, onde freiras e monges dedicavam o seu tempo a criar deliciosas e delicadas obras de arte com açucar e ovos, ingredientes que estão na base da maior parte deste doces conventuais.
Ovar:

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Detalhes
Categorias
Peso
0.7 kg
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